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*2015 vai ser um ano repleto de saúde, realizações e sucesso.
*O calor chegando... dá-lhe verão..., vamos tomar água. E em 2015 que acaba de chegar... muita água mineral.

OÁSIS: 18 ANOS LEVANDO SAÚDE PELA ÁGUA PRÁ VOCÊ. FELIZ ANO DE 2015.


sábado, 16 de julho de 2011

TRANSCATARINA 2011

Transcatarina 2011

Foram percorridos nesta quinta-feira, dia 14, os primeiros 248 quilômetros do 3º Transcatarina. Pilotos e navegadores de nove estados brasileiros, que partiram de Fraiburgo, passando por São Cristóvão do Sul e que chegaram a Lages, enfrentaram uma prova escorregadia e com muita lama a uma velocidade média de 60 km/h.
A adrenalina foi alta em todo o percurso, que apresentou belas paisagens, como as duas serras por onde passaram os 144 carros inscritos, chegando a mais de 1200 metros de altitude, além da travessia do Rio Correntes,o com cerca de 80 metros de largura. As disputas de todos os pódios foram acirradas e decididas com pouca diferença de pontos.

Na chegada a Lages, na Praça da Catedral, ponto turístico da cidade, os pilotos relataram suas dificuldades em andar nas lameadas trilhas e conseguir acertar os balaios nas áreas de reflorestamento de pinos. “A princípio estávamos apreensivos, achávamos que o carro não respondia ao que o campeonato pedia, já que é uma prova complicada, com velocidades altas e terreno muito liso. Suamos lá dentro pra chegar a esse resultado e valeu a recompensa!”, comemorou o piloto da Super Master, Rone Branco, vencedor da primeira etapa. O navegador Luis Felipe Eckel completou: “Minha maior dificuldade foi o terreno molhado. A chuva de ontem fez o carro patinar o tempo inteiro, mas achei uma prova muito boa e deu pra aproveitar bastante”.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

IRREGULARIDADES EM DISK´S

Salvador - Garrafões de água em contato direto com o chão, expostos ao sol e sem preço foram as principais irregularidades encontradas pelo Procon-BA, órgão da Secretaria da Justiça, Cidadania  e Direitos Humanos do Estado (SJCDH), durante ‘Operação Água Mineral’ realizada na semana passada, em Salvador. Dos 27 estabelecimentos vistoriados, apenas o ‘Olho D' Água’, no Rio  Vermelho, estava em conformidade com as normas previstas no Código de Defesa do Consumidor.

Segundo a diretora de Fiscalização do Procon, Isabella Barreto, por ser uma  ação  de cunho educativo, os estabelecimentos não foram autuados, mas sim orientados. O órgão emitiu documentos que constatam as irregularidades, com prazo de três dias para as adequações. Caso sejam encontradas as mesmas irregularidades em nova vistoria, os estabelecimentos serão autuados e responderão a processo administrativo, sendo assegurada ampla defesa.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

USO CONSCIENTE DA ÁGUA

Rio - O projeto Planeta Água, que tem como objetivo engajar alunos e professores a utilizar melhor o recurso natural, vai premiar a unidade escolar que apresentar o melhor projeto de aplicação da didática de “uso consciente da água”. Podem participar todas as escolas de Ensino Fundamental, públicas ou privadas, de todo o país.

O projeto selecionado receberá um notebook e ajuda de custo por cinco meses – de agosto à dezembro de 2011 –, além de divulgação mensal do andamento da iniciativa no blog da Planeta Água.

Em um segundo momento, os alunos da escola selecionada vão colaborar produzindo material para as redes sociais do site Planeta Água! (www.docol.com.br/planetaagua/)

As inscrições no concurso podem ser feitas até o dia 29 de julho pelo site do projeto. As etapas são online e utilizam as mídias sociais da empresa responsável.

sábado, 9 de julho de 2011

POLÊMICA COM VENCIDOS


Em vigor desde setembro de 2010, lei que regula venda de garrafões retornáveis de água mineral de 10 e 20 litros ainda causa polêmica entre os distribuidores de água mineral e consumidores em Uberaba. Anova lei não permite a venda de galões fabricados há mais de três anos.
O consumidor Eduardo Oliveira Mendes comprou dois galões de 20 litros em uma distribuidora e ficou surpreso com o que ouviu do empresário. Segundo Mendes, ele entregou os galões vazios dentro do prazo de validade, sendo substituídos por dois cheios. Porém, eles estavam vencidos e o comerciante se negou a trocar e, diante da reivindicação por parte do consumidor, afirmou que era para o mesmo procurar os seus direitos, revela Mendes.
Sebastião Severino Rosa, coordenador-geral do Procon, explica que cabe ao fornecedor a responsabilidade por entregar ao consumidor vasilhames dentro do prazo de validade e o consumidor só deve pagar pelo líquido. “Mesmo que o consumidor entregue galões vazios e vencidos, o distribuidor tem que aceitar, especialmente se a pessoa tem o hábito de sempre comprar no mesmo local”, conclui.
O prazo de validade estipulado pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) tem o objetivo de evitar que a água seja contaminada. Segundo o DNPM, os galões mais antigos acabam se deteriorando, tornando-se quebradiços e, consequentemente, inadequados para armazenar água potável.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

NEM ELES CONFIAM

Não podemos confiar numa companhia de abastecimento de água onde a equipe não tem coragem de beber sua própria água. A afirmação é do autônomo Antônio Carlos, morador de Jaru. Ele disse que “quando chegamos ao escritório da Caerd em Jaru, a primeira coisa que vemos é um tambor de água mineral”. Antônio disse que nem eles mesmos têm coragem de beber da água que distribuem na cidade.
O autônomo disse que não vê a hora de o Plano Municipal de Saneamento ser aprovado para que seja dada a largada no processo de municipalização do saneamento básico em Jaru. A indignação contra Caerd em Jaru pode ser observada também na Rua Plácido de Castro onde mora o moto-taxista Cícero Riberio. “Na minha rua tem rede da Caerd, mas eu prefiro o poço”. Cícero questiona: “porque eu vou colocar água na Caerd na minha casa se vai faltar todos os dias?” O moto-taxista argumenta que prefere o poço a ter que pagar por um produto que não existe. Segundo ele, a quantidade de pessoas que reclamam da Caerd já é grande demais. “Se passar a ser um usuário vou ser mais um a reclamar”, disse.
A dona de casa Isabel Miranda, também moradora na Rua Plácido de Castro, disse que “quando vou à casa de amigos que tem água encanada, até bebo por falta de opção, mas passo mal”. Isabel Miranda mora na mesma casa há 21 anos o poço também é o mesmo. A água, segundo ela, é boa.[Fonte:www.onortao.com.br]

sábado, 25 de junho de 2011

DIFERENÇA ATÉ 381% NO PREÇO



Uma pesquisa realizada no final de maio constatou-se que o preço do litro da água mineral comum sem gás pode ter diferença de até 381% na Grande Vitória. A diferença foi constatada quando houve a conversão para 1 litro.
A pesquisa foi feita pelos alunos da Empresa Júnior do curso de Administração da  Faculdade  Fabavi Doctum de Vitória. Os alunos compararam o preço da garrafa de 2,5 litros que custa R$ 2,28 ( R$ 0,91 o litro) em relação ao preço da garrafa de 310 ml que é vendida a R$ 1,36 (R$ 4,39 o litro). O resultado é que, a garrafinha de 310 ml custa quase 5 vezes mais caro que a de 2,5 litros.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

CHUVAS EM SANTA CATARINA


Santa Catarina já tem 19.571 pessoas afetadas pelos temporais que atingem o Estado desde esta terça-feira. De acordo com relatório divulgado pela Defesa Civil às 10h desta quinta-feira, 11 cidades tiveram estragos em função das chuvas, 136 pessoas ficaram desabrigadas (necessitaram de abrigo temporário) e 283 estão desalojados (foram para a casa de parentes ou amigos).

As chuvas provocaram alagamento de ruas, interdição de estradas e destelhamento de casas, prejudicando o serviço de transporte e o abastecimento de água em diversas localidades. Em Galvão, 800 moradores foram afetados e 200 casas foram danificadas. Além disso, um aviário de 1.500 m ficou completamente destruído em função do temporal e vendaval no município.[Fonte:www.clicrbs.com.br]

CAPTAÇÃO DA CHUVA


A água da chuva que cai nos nossos telhados quase sempre vai embora pelas sarjetas, sem nenhum aproveitamento. Mas esses litros de água poderiam ser usados em descarga de vasos sanitários, lavagem de pisos e irrigação de plantas. 

Pensando em uma forma fácil e simples de reaproveitar esse recurso natural, o designer holandês Bas van der Veer desenvolveu uma canaleta que tem um reservatório capaz de armazenar de 3,5 a 5 litros (dependendo do modelo) de chuva. Para facilitar a tarefa da rega, a peça conta ainda com um regador acoplado. 

Os modelos estão à venda apenas na Europa, mas dão um bom exemplo de como reutilizar a água que vai para as valetas. Muito legal a idéia!