ESTÁ CHEGANDO MAIS UM ANIVERSÁRIO DO DISK ÁGUA OÁSIS... AGUARDEM AS GRANDES NOVIDADES...

O QUE VOCÊ PROCURA SOBRE "AGUA" MINERAL ESTÁ AQUI! "Sua saúde passa por aqui!
*" Confiança não se compra, nem tem preço, por isso todos preferem - Oásis Disk Água. O Disk 10. "
*2015 vai ser um ano repleto de saúde, realizações e sucesso.
*O calor chegando... dá-lhe verão..., vamos tomar água. E em 2015 que acaba de chegar... muita água mineral.

OÁSIS: 18 ANOS LEVANDO SAÚDE PELA ÁGUA PRÁ VOCÊ. FELIZ ANO DE 2015.


terça-feira, 27 de março de 2012

TEMPO E CLIMA


Tenho observado por aí uma grande confusão entre os termos clima e tempo, e embora já tenha visto pessoas dizendo que ambos correspondem a mesma coisa, eles NÃO são. Clima é diferente de tempo!
A mesma confusão é vista quando pessoas afirmam que um dia frio, ou a presença de neve de alguma forma contradizem o aquecimento global.
O clima corresponde as tendências durante um longo período de tempo da temperatura, pluviosidade, vento, etc. Enquanto tempo é aquilo que está acontecendo   agora mesmo do lado de fora da sua janela.
Para entender melhor isso um informe norueguês publicou um vídeo que ilustra bem o que acontece com o tempo e o clima. Na animação eles correspondem respectivamente a um cachorro e ao seu dono:
Enquanto o dono (clima) caminha por uma rota linear, seu cachorro (tempo) percorre um caminho muito menos previsível. Uma maneira simples de descrever tendência e variação e ótima para ser compartilhada com todos os seus amigos que insistem em negar as mudanças climáticas na primeira esfriada que ocorre.

ÁGUA VIVA


Já não é de hoje que o aumento no número de águas vivas nos oceanos de todo o mundo tem estado nos noticiários. Muito pelo contrário, esse assunto já esteve em pauta inúmeras vezes nos últimos anos.
A sobrepesca e as mudanças climáticas são sempre as culpadas, já que os predadores das águas vivas são retirados do mar e as mudanças na temperatura do oceano e em seu pH deixam o ambiente mais favorável ao desenvolvimento delas. Porém,  um grupo de cientistas afirmou recentemente que o drama que envolve as águas vivas dominando o oceano pode ser bobagem.
Um estudo conduzido por experts na área, diz que o aumento da população da espécie é completamente normal na história da espécie. Sim, nós estamos experienciando alguns aumentos repentinos e significantes, mas a noção de que elas tomarão todo o oceano no futuro não é baseada em evidências concretas. Foi isso que incentivou o grupo a conduzir um estudo mais amplo sobre o tema.

O estudo, que foi o maior já realizado numa escala global sobre este assunto, teve como um dos seus principais pontos a formação de um banco de dados com 500.000 levantamentos em todo o mundo sobre a população de água vivas desde 1750. E futuramente os dados serão atualizados para que o desenvolvimento da espécie seja constantemente monitorado.
Analisando esta database o grupo será capaz de afirmar corretamente o motivo da super proliferação das água vivas, seja ele induzido por ações humanas ou circunstâncias naturais.
Os cientistas acreditam que essa preocupação é derivada da falta de informação sobre a população da espécie no passado e uma maior atenção sendo direcionada a essa geração, além é claro da fascinação da mídia pelo assunto.
De qualquer forma, os pesquisadores afirmam que as mudanças na população de água vivas pode impactar seriamente a vida no oceano e pode também ser impactada pela atividade humana. Eles apenas querem juntar informações relevantes antes de tirarem conclusões precipitadas sobre o futuro de nossos oceanos.

ÁGUA NA ANTÁRTICA


No caso brasileiro, nossa principal edificação – a Estação Antártica Comandante Ferraz – está localizada numa situação privilegiada, já que pode contar com a captação de água em duas grandes reentrâncias na rocha, que acumulam a água oriunda do degelo, formando lagoas que permitem o abastecimento por praticamente todo o ano. No entanto, já ocorreram situações em que, seja pelo inverno rigoroso, seja pelo consumo abusivo de água, a Estação passou por períodos de escassez, gerando a necessidade de medidas drásticas de controle do consumo e alto investimento energético para a transformação de neve em água. Observa-se que, para a produção de 300 litros de água, é necessário derreter cerca de 1.000 litros de neve!


Mesmo considerando que a água é um recurso abundante, é preciso também avaliar que toda a água consumida será transformada em resíduo líquido e que, dada as características especiais da Antártica, esses dejetos deverão ser tratados, demandando novamente uma grande quantidade de energia e tecnologias adequadas à esse tratamento (SOARES, GONÇALVES e ALVAREZ, 2009).

TECNOLOGIA UV


A CamelBak uma das maiores empresas  no segmento  das garrafinhas de água, cantis entre outros equipamentos para hidratação pessoal esportiva acaba de inovar  com o lançamento de um produto que combina purificação de água e armazenamento.
A CamelBak All Clear ™ funciona como uma garrafa de água e ao mesmo tempo como um dispositivo de purificação.
O sistema de All Clear consiste em uma garrafa de plástico de 750 ml, que pode ser abastecida em qualquer lugar, e uma tampa equipada com luz UV-C e um controlador, que é capaz de transformar a garrafa cheia de água potencialmente perigosa em água potável em apenas 60 segundos.
“A luz UV-C destrói o DNA de micróbios de todos os tamanhos, incluindo:.. Bactérias, protozoários (Giardia, Cryptosporidium), entre outros vírus que são transmitidos pela água.  A destruição do DNA de um micróbio impede a reprodução dos mesmos, e sem a capacidade de reprodução, eles são neutralizados e tornam-se inofensivos”, afirma a empresa.
Imagem: CamelBak
A tampa UV é alimentada por duas baterias recarregáveis Li-Íon que são capazes de executar mais de 80 ciclos de purificação (de uma garrafa cheia) com uma carga completa. Isso equivale a 3 garrafas por dia durante 26 dias seguidos antes que o produto precise de outra carga.  A lâmpada tem duração prevista para cerca de 10.000 ciclos.
O preço da Clear All  é um pouco salgado, atualmente custa USD 99. Mas levando em consideração a tecnologia utilizada acredito ser um bom custo benefício.
Qual a sua opinião?

ÓTIMA IDÉIA


Crowdfunding é uma expressão super em alta que se refere a iniciativas de financiamento colaborativas, ou seja, projetos financiados por um grupo de pessoas.  Foi a partir deste conceito que a empresa Windcentrale, da Holanda, resolveu criar um projeto que tem pretensões de facilitar e aumentar o uso da energia eólica no país.
A ideia é que vizinhanças dividam as contas da instalação de turbinas eólicas entre seus habitantes e em troca recebam energia. Ou seja, se você e seus vizinhos reunissem todo o bairro, por exemplo, e juntos investissem na instalação de uma turbina eólica, o retorno seria energia elétrica todos os meses.
Fonte: Windcentrale
Já está prevista a instalação de uma turbina adquirida por crowdfunding em uma ilha no país em 2013. São necessárias cerca de 3.000 residências interessadas para que o projeto seja viável e a potência esperada é de até 500 kWh.
Você participaria de algo assim?

DIA MUNDIAL DA ÁGUA


Dia 22 de Março é comemorado o Dia Mundial da Água! A ONU instituiu esta data em 1922 para chamar a atenção para a questão da escassez da água e buscar soluções para o problema, e desde então ela vem sendo comemorada a cada ano, sob um tema diferente.

Neste ano o tema é “Água e Segurança Alimentar”.  Atualmente existem 7 bilhões de pessoas para alimentar no planeta  e estima-se que outros 2 bilhões se juntem a esse número até 2050. As estatísticas dizem que cada um de nós bebe  de 2 a 4 litros de água por dia, porém a maioria da água que nós “bebemos” está incorporada nos alimentos que consumimos. Para produzir 1 quilo de carne, por exemplo, são consumidos 15.000 litros de água, enquanto 1 quilo de trigo consome 1.500 litros.
Como um bilhão de pessoas no mundo já vive em situação crônica de fome e escassez de  água, não podemos dar as costas para o problema.
Assim, a ONU convida todos a lidar com o crescimento da população e garantir o acesso a alimentos nutritivos,  apenas seguindo algumas ações simples que podem fazer a diferença. 

CARREGADOR DE CELULAR A BASE DE ÁGUA


Powertrekk da Suécia acaba de lançar uma forma simples e muito inovadora de carregar baterias de celulares e outros dispositivos que funciona a base de água.
O dispositivo que converte hidrogênio em eletricidade, precisa apenas de uma pequena quantidade do líquido para funcionar. A água é misturada a uma outra solução que, ao entrar em contato com o hidrogênio, gera energia de maneira rápida e confiável.
O carregador estará disponível no mercado a partir de maio deste ano pelo valor de US$ 229 e pode ser utilizado para carregar qualquer dispositivo que sejam recarregados a partir de uma porta USB.
A única coisa que precisa ser trocada periodicamente é o compartimento com a outra solução usada para gerar a carga para os aparelhos, que tem uso limitado. O mesmo pode ser adquirido por US$ 5.
Confira no vídeo abaixo o aparelho em funcionamento:

BELO INVENTO


A cada dia que passa mais e mais gadgets focados na sustentabilidade aparecem por aí, alguns muito funcionais, outros nem tanto, que acabam ficando só no conceito. Mas esse, eu acho que merece destaque, pois além de ser um tanto quanto inusitado, foi criado por um designer brasileiro e já ganhou até um prêmio internacional.
O AIRE, projetado por João Lammoglia, nada mais é do que um carregador de eletrônicos portáteis que converte a respiração humana em energia elétrica.
O usuário deve vestir uma mascara com mini turbinas em seu interior que captam o ar expelido o transformando em energia, que  por sua vez é transferida para os eletrônicos por meio de um cabo USB.
O carregador é por enquanto apenas um conceito, mas o designer já tem a intenção de comercializá-lo. O que você acha dessa invenção?
Fonte: João Lammoglia

segunda-feira, 26 de março de 2012

VIVA ÁGUA MINERAL


Que beber água mineral faz bem, já sabemos há muito. Mas parece que o líquido tem sido cada vez mais valorizado pelos consumidores e pelas empresas - talvez por causa da própria polêmica em torno da possível escassez no mundo, aliada às discussões sobre aquecimento global e à atual preocupação com questões ligadas à alimentação saudável e dietas. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam) informam que os o consumo de água engarrafada no Brasil triplicou nos últimos dez anos.
São cerca de 400 marcas diferentes de água mineral entre nacionais e importadas. Ainda assim, os brasileiros ficam atrás quando comparados aos europeus: enquanto bebemos, em média, 30 litros de água envasada por ano, na Europa, o consumo chega a mais de 120 litros por pessoa.

Segundo o presidente da Abinam, Carlos Alberto Lancia, a porcentagem de consumo de água mineral no Brasil cresce dois dígitos a cada 12 meses há mais de cinco anos. "A perspectiva é de que haja ainda um aumento de 15%. Em 2007, foram 6,8 bilhões de litros comercializados aqui. Atualmente, o Brasil é o 10º país na lista de maiores consumidores da bebida", destaca Lancia. "Hoje, temos 400 fontes, e o número só tem aumentado. Cerca de 30% das reservas de águas minerais do mundo estão no território brasileiro", completa.

Quem pensa que água é simplesmente água e ponto final está redondamente enganado. Basicamente, ela pode ser a que sai das torneiras, tratada pela rede pública, a mineral natural, que é envasada direto da fonte, e a que contém adição de sais artificialmente em laboratório. Carlos Alberto Lancia ressalta que a água mineral tem propriedades medicamentosas. "É colocado na garrafa o que veio da natureza. Ela não passa por nenhum tratamento. A água da fonte entrou em contato com rochas, sedimentos, algas e outros elementos naturais que a afetam; por isso, ganham componentes como sódio, cálcio, magnésio", descreve. O tipo de ação no organismo vai depender justamente dos sais minerais e de características físico-químicas, como radioatividade.

Entre as minerais, há diversas variedades disponíveis. Geralmente, são classificadas pelo tipo de fonte de onde vieram e pela composição química: "Há as radioativas, que ajudam a eliminar cálculos renais; as magnesianas, que ajudam a regular o intestino; as alcalino-terrosas, diuréticas, digestivas e com alto poder de hidratação; as alcalino-bicarbonatadas, que têm cálcio e favorecem a digestão, funcionando até como sal de frutas; as ferruginosas, que auxiliam nos casos de anemia; as sulfurosas, boas para quem sofre de sinusite; as gasosas naturais, que são digestivas; as oligominerais, leves, com baixo teor de sais; as fluoretadas", enumera o presidente da Abinam. As variações dos componentes (informações nutricionais) podem ser verificadas no rótulo das garrafas.

sábado, 24 de março de 2012

SPOLETO ADOTA MODELO SUSTENTÁVEL



Maior rede de culinária italiana do país incorpora práticas que reduzem em até 40% o desperdício de água por loja.

Brasília– No dia 22 de março (quinta-feira), comemorou-se o Dia Mundial da Água. Segundo o Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento (SNIS), o Brasil trabalha há alguns anos com um patamar de perda de água potável entre 37% e 42%, quando o ideal deveria ser de até 25%. Transformando o volume de água perdida em valor financeiro, o SNIS constatou que o prejuízo atingiu R$ 7 bilhões.
Nesse sentido, economizar água deixou de ser uma atitude diferenciada, seja do consumidor final ou da indústria como um todo. Hoje, colocar em prática iniciativas que minimizem o consumo deste recurso natural é quase uma obrigação. Por isso, o Spoleto criou seu modelo de negócio sustentável chamado de Spoleto 21. O principal objetivo do conceito é reduzir custos e otimizar os processos, tornando-os mais eficientes, diminuindo, dessa forma, o investimento e aumentando a rentabilidade dos franqueados.
Na prática, isso significa uma redução de 40% de água, apenas com a utilização de um novo sistema de lavagem dos utensílios. Com base no resultado já apresentado nos 38 restaurantes que aderiram 100% ao projeto Spoleto 21, a economia de água, no ano de 2011, foi de 35.454m³ - 35.454.000 litros -, sendo a média mensal de 77,75m³ para cada loja.
O projeto contempla outros pilares e garante a redução de 25% de energia através de tecnologias diferenciadas para o preparo dos pratos (fogão de indução); diminuição do quadro de funcionários, com maior remuneração salarial da equipe, e economia de 20% no custo das obras. Para obter esses números, o Spoleto 21 exclui o consumo de gás, com implantação de fogão elétrico com tecnologia de indução; elimina produtos de limpeza nocivos ao meio-ambiente; e apresenta tratamento de lixo.